Andei meio ausente.
Aliás, ausente é um pouco relativo, ainda estou um pouco ausente de mim mesma. Hm, estupidamente profundo... "ausente de mim mesma", mas pior que é a única forma que sei como descrever, tenho momentos presente, e momentos ausente (ultimamente mais freqüentes, não sei ao certo o motivo).
Tenho tido vontade de ser meio Bridget Jones, e na verdade tenho sido um pouco. Esclarecendo: meio boba, neurótica, atrapalhada, inconstante, e supreendentemente no final acaba se dando bem.
Faz bem de tempos em tempos deixar o lado feminino bobo sair e explorar.
Engraçado como as pessoas semelhantes se atraem. Minhas novas amigas são até bem parecidas comigo em várias coisas, algumas até demais! Né?! ¬¬ hahahaha Mas assim que as mudanças são mais facilmente assimiladas.
Estou virando maníaca por listas. Listas de metas, listas de coisas pra fazer, de coisas para comprar, para arrumar. Listas, listas, listas! É reconfortante ver as coisas com um tiquezinho do lado, dá uma sensação de que se é menos inútil.
Aparentemente minha escrita anda tão aleatória quanto os meus pensamentos.
É que pensamentos não podem ser organizados em listas.
(Amo muito. Acho que dizer a quem é desnecessário. Mas em todo caso, vem no fim de semana, Ricardo! :*:)
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
domingo, 23 de dezembro de 2007
Nada.

"The more you know who you are and what you want, the less you let things upset you" (Bill Murray - Lost in Translation).
Fins de ano são deprimentes, tá, tudo bem, luzes, tudo colorido, aquela sensação de que o mundo é maravilhoso... mas no fundo, são deprimentes.
Ok, talvez fim de ano seja bem legal na verdade, mas é ruim quando as pessoas que gostaríamos que estivessem próximas estão há milhares de quilômetros de distância, quando acabam com seus planos para a virada do ano, quando você se pega pensando no rumo que sua vida está tomando. E o pior, pensar não leva necessariamente a conclusão nenhuma, e lhe resta esperar e ver o que vai acontecer, pra então descobrir que atitudes você pode tomar pra mudar as coisas.
Acho que todos têm muitas expectativas a respeito de diversas coisas ou situações de tempos em tempos, e geralmente, essa expectativa alta demais leva à decepção. É muito mais fácil aproveitar e se surpreender com tudo quando não esperamos demais, a espontaneidade é bem vinda.
Eu queria saber por quê as pessoas se esforçam tanto para serem umas iguais às outras ao invés de explorarem sua individualidade.
Atenção, procura-se saldo bancário.
Ps: saudades é uma merda. Quero você aqui, Ricardo :*
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